Bolsonaro foi aos EUA com um pacote a oferecer a Donald Trump. Nele está o aluguel da base de Alcântara, que ainda depende de aprovação do Congresso, a isenção de vistos para turistas norte-americanos, o apoio na luta contra o Governo de Nicolás Maduro, sem falar na decisão brasileira de abrir mão do status de país em desenvolvimento nas negociações da OMC (Organização Mundial do Comércio). Em contrapartida, recebeu apoios público do norte-americano para entrar na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e para receber o status de aliado preferencial fora da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) —talvez até mesmo dentro da organização, como afirmou Trump dizendo que "precisava falar com muita gente" a respeito—. O resultado prático em relação aos potenciais avanços políticos e econômicos entre os dois países ainda divide opiniões.